Cálculo de volume de estruturas e lesões a partir dos três diâmetros ortogonais pela fórmula do elipsoide (comprimento × largura × profundidade × 0,52), aplicável a próstata, tireoide, cistos e nódulos.
A fórmula do elipsoide (π/6 ≈ 0,52 vezes o produto dos três eixos) é a aproximação padrão para volumes em radiologia. A ferramenta evita erro de conta e gera o valor pronto para o laudo.
Derivação: os três diâmetros medidos (D₁, D₂ e D₃) correspondem ao dobro dos semi-eixos a, b e c do elipsoide (D₁ = 2a, D₂ = 2b, D₃ = 2c). Substituindo na fórmula do volume do elipsoide V = (4/3) × π × a × b × c, obtém-se V = (π/6) × D₁ × D₂ × D₃.
O fator π/6 vale aproximadamente 0,523; na prática clínica costuma ser arredondado para 0,52, resultando na fórmula simplificada V ≈ 0,52 × D₁ × D₂ × D₃, amplamente usada em radiologia para estimar volumes.
A do elipsoide: volume = comprimento × largura × profundidade × 0,52 (onde 0,52 ≈ π/6). É a aproximação consagrada para próstata, tireoide e lesões ovaladas.
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